expulsar as manhãs
pôr em pé o passado
chorar diante de você
ter filhos imaginários
- e aguentá-los
quando forem selvagens
e sobretudo
quando dormirem
sem roupa
durante as brigas fatais
no presídio
que você construiu com as mãos
(nos velórios)
onde não há mais a sombra
daquele dia naquela praça
....
Belo poema de Paulo Scott, que já andou por estas terras tupiniquins.
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